Radiestesia Clássica

A SUA ORIGEM REMOTA

Uma arte milenar, tão antiga quanto a necessidade do homem em descobrir o que esta oculto, com registros de sua utilização por diversos povos da antiguidade: Chineses, Egípcios, Hebreus, Romanos, Gregos entre outros. Foi denominada em seus primórdios como “RABDOMANCIA” – palavra composta de origem grega que significa: RHABDOS = VARA + MANTEIA = ADVINHAÇÃO, ou seja, “ADVINHAÇÃO POR MEIO DA VARA” (em função do “instrumento rudimentar” que era comumente utilizado em suas práticas, tal qual uma forquilha/vara de madeira). Definia-se pois, como uma prática empírica, tendo sido utilizada principalmente na procura por fontes de água e jazidas metalíferas, sendo considerada então até o final do século XIX, como mais uma forma de advinhação.

A TRADICIONAL “ESCOLA FRANCESA” E O RENASCIMENTO DESTA ARTE

Eis que no início do século XX, os Abades e Radiestesistas franceses Alexis Bouly e Bayard, pesquisando sobre diferentes etimologias, finalmente cunharam o termo “RADIESTESIA”- oriundo da junção de duas palavras: RADIUS (DO LATIM) = “RADIAÇÃO” + AISTHESIS (DO GREGO) = “SENSIBILIDADE”; ou seja: “SENSIBILIDADE ÁS RADIAÇÕES”. Renascia assim esta Arte como uma verdadeira “FERRAMENTA PSÍQUICA” moderna, que em conjunto com técnicas específicas e diversos instrumentos (em especial O PÊNDULO), não tardou a ser utilizada em variadas áreas do conhecimento humano.

A RADIESTESIA HOJE

Portanto desde o início do século passado até os dias atuais, esta arte não parou de se expandir e refinar, encontrando desta forma campo de ação em diversas esferas de atividades. Seguem alguns exemplos de suas aplicações típicas: prospecção hidromineral (localização de água e veios de minério), pesquisas agrícolas (análise de solos, seleção de sementes etc.), pesquisas geobiológicas (incluindo arquitetura e construção), pesquisas clínicas nas áreas de saúde e psicologia (especialmente em recrutamento e seleção), pesquisas parapsicológicas e paranormais (distorções, contaminações e agressões energético-abstratas etc.), pesquisas nas áreas da criminalística (especialmente na localização de desaparecidos, sequestrados e criminosos), dentre muitas outras possíveis aplicações práticas.

ATENDIMENTO PESSOAL (RADIESTESIA CLÍNICA)

Utilizando portanto a RADIESTESIA como “Ferramenta Psíquica”, que por definição prática qualifica o homem como um sofisticadíssimo instrumento capaz de detectar os mais variados tipos de emissões, frequências e vibrações, nas mais diversas circunstâncias (acessando para tanto a mente subconsciente, através do uso da faculdade supra-sensorial do tato), obtemos as respostas indicadas pelo movimento pendular.

Como coadjuvantes neste processo, poderão ser utilizados diversos gráficos e/ou instrumentos que se fizerem necessários, objetivando uma “varredura” completa do indivíduo em seus corpos: físico (saúde), sutis (vital, mental e emocional), psíquico (áurico) e astral (espiritual).

Neste atendimento clínico, serão identificadas portanto, quais as origens e consequências dos possíveis desequilíbrios energéticos e/ou desarmonias, que possam estar afetando a saúde, o bem estar e a vida do indivíduo como um todo, sejam elas de ordem material, psíco-energéticas ou espirituais (abstratas).

Em seguida, será feita a indicação dos possíveis métodos de harmonização alternativos/complementares (por exemplo: cromoterapia, florais, cristais, ondas de forma e etc.), de acordo com as indicações específicas de cada caso, sempre visando em auxiliar o indivíduo a atingir a sua própria “sintonia de cura” e consequente reequilibrio,  além é claro, das orientações que lhe forem pertinentes.

 

IMPORTANTE!

NENHUMA DESTAS TÉCNICAS SUBSTITUEM EVENTUAIS ORIENTAÇÕES E/OU TRATAMENTOS MÉDICOS.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: “Tratado Completo Teorico y Practico de Radiestesia” (Jorge A. Duclout/Editorial J.A. Duclout/Buenos Aires-1947); “Radiestesia Clássica e Cabalística” (António Rodrigues/Fábrica das letras); “Radiestesia Hoje, da Rabdomancia ás Ondas de Forma” (Dr. Neuci da Cunha Gonçalves/Lorenz); “La Radiesthesie ou Les Pouvoirs du Pendule” (Collection dirigée par Michel Mélieux et Jean Rossignol/Tchou-Laffont/Paris) 

Grato pela visita!

Se interessou pelo assunto?
Fale comigo

Icone do Facebook



Chat